Quebrei três taças de vinho em um mês.
Acho que serei expulsa da casa. To dando muito prejuízo.
Monday, July 27, 2009
Sunday, July 26, 2009
Friday, July 24, 2009
3º Round
Hoje apanhamos de novo do abridor de latas. Sério, o treco não faz sentido. E a lata de milho que comprei na primeira semana está ficando detonada com as nossas tentativas. Abrir que é bom, nada. Eu desisto.
Pra quem não entendeu nada, basta clicar aqui.
E a primeira pessoa que vier visitar a gente vai ter que trazer de presente um abridor de latas daqueles bem simples, combinado?
Pra quem não entendeu nada, basta clicar aqui.
E a primeira pessoa que vier visitar a gente vai ter que trazer de presente um abridor de latas daqueles bem simples, combinado?
Thursday, July 23, 2009
Os Patetas
Início do texto do Verissimo publicado hoje no Estadão:
Ouvi que, de acordo com uma convenção internacional, nos chuveiros a torneira de um lado é sempre a da água quente e a do outro, logicamente, a da água fria. Mas nunca me lembro quais são os lados. Não usam mais os velhos ''Q'' e ''F'', imagino, para não descriminar os analfabetos, nem as cores vermelho para quente e azul para fria, para não descriminar os daltônicos. Mas e nós, os patetas?
Fofo, fofo.
Ouvi que, de acordo com uma convenção internacional, nos chuveiros a torneira de um lado é sempre a da água quente e a do outro, logicamente, a da água fria. Mas nunca me lembro quais são os lados. Não usam mais os velhos ''Q'' e ''F'', imagino, para não descriminar os analfabetos, nem as cores vermelho para quente e azul para fria, para não descriminar os daltônicos. Mas e nós, os patetas?
Fofo, fofo.
Wednesday, July 22, 2009
Sinal de fumaça
Coloque um casal de brasileiros em um apartamento com cozinha americana ("integrada" ao resto do ambiente), janelas com travas de segurança (que só permitem que se abra uma frestinha) e detector de fumaça.
O resultado? Uma tentativa de almoço vira alarme de incêndio disparado.
Quando estávamos procurando um cafofo, comentei com o corretor, após algumas visitas, que achava muito estranho morar em um lugar onde as cozinhas eram praticamente dentro da sala. Algumas são até bem charmosas, mas tem outras que não têm nem um balcão para dar uma dividida no espaço. Ele respondeu que era normal, que os novaiorquinos não têm muito o hábito de cozinhar. Pedem comida, compram coisas prontas para esquentar ou comem fora. Claro que isso não é regra absoluta (hoje mesmo ouvimos o alarme de um vizinho, o que fez com que não nos sentíssemos tão peixes fora d'água).
Pois bem. O que nos salvou de um mico maior (que seria ter que chamar o porteiro para resolver o problema) foi meu vício em televisão. Em questão de segundos lembrei de um episódio de Friends em que o detector de fumaça do apartamento de Phoebe Buffay (!) dá problema e o alarme dispara. Ela não consegue de jeito nenhum consertá-lo e acaba jogando o treco fora. Algum tempo depois batem na porta, e é um bombeiro, com o detector na mão. Ele ensina que basta apertar um botão que o alarme pára.
Rapidamente, pulei para o detector (que meu amado marido nem sabia onde ficava) e apertei o primeiro botão que vi.
MInhas habilidades culinárias não permitem que eu faça a comida, mas este foi o dia em que salvei o almoço!
O resultado? Uma tentativa de almoço vira alarme de incêndio disparado.
Quando estávamos procurando um cafofo, comentei com o corretor, após algumas visitas, que achava muito estranho morar em um lugar onde as cozinhas eram praticamente dentro da sala. Algumas são até bem charmosas, mas tem outras que não têm nem um balcão para dar uma dividida no espaço. Ele respondeu que era normal, que os novaiorquinos não têm muito o hábito de cozinhar. Pedem comida, compram coisas prontas para esquentar ou comem fora. Claro que isso não é regra absoluta (hoje mesmo ouvimos o alarme de um vizinho, o que fez com que não nos sentíssemos tão peixes fora d'água).
Pois bem. O que nos salvou de um mico maior (que seria ter que chamar o porteiro para resolver o problema) foi meu vício em televisão. Em questão de segundos lembrei de um episódio de Friends em que o detector de fumaça do apartamento de Phoebe Buffay (!) dá problema e o alarme dispara. Ela não consegue de jeito nenhum consertá-lo e acaba jogando o treco fora. Algum tempo depois batem na porta, e é um bombeiro, com o detector na mão. Ele ensina que basta apertar um botão que o alarme pára.
Rapidamente, pulei para o detector (que meu amado marido nem sabia onde ficava) e apertei o primeiro botão que vi.
MInhas habilidades culinárias não permitem que eu faça a comida, mas este foi o dia em que salvei o almoço!
Sunday, July 19, 2009
AAAAAAAAAHHHHHH!

Hoje eu andei de montanha russa. Tá tarde, to cansada e ainda tenho que trabalhar um pouquinho, mas vim aqui contar rapidinho. Fomos pra Coney Island, e eu andei na Cyclone, uma montanha russa de 1927 - mais antiga que minha amada vovó!
O legal é que, ao contrário das montanhas modernas, ela só te prende até a cintura. E como as descidas são boas, te dá um medinho ótimo, já que você não fica tão preso. E o mais interessante é que a estrutura é feita de madeira. Quando você tá na rua e olha pra cima com o carrinho passando, você sente tudo tremer. O Tiago não gostou quando eu inventei de ir (afinal, um treco de madeira não pode ser seguro), mas não teve jeito, e lá fui eu. O bom é que voltei viva...
Na foto, um detalhe do "ride". Alguém consegue me achar?
O legal é que, ao contrário das montanhas modernas, ela só te prende até a cintura. E como as descidas são boas, te dá um medinho ótimo, já que você não fica tão preso. E o mais interessante é que a estrutura é feita de madeira. Quando você tá na rua e olha pra cima com o carrinho passando, você sente tudo tremer. O Tiago não gostou quando eu inventei de ir (afinal, um treco de madeira não pode ser seguro), mas não teve jeito, e lá fui eu. O bom é que voltei viva...
Na foto, um detalhe do "ride". Alguém consegue me achar?
Saturday, July 18, 2009
Vamos cantar aquela musiquinha...
"Dia 13 o cara aí fez trintão, e nem 'tchum'? Nem uma postági??". O querido Biga reclamou, e aqui vai, em homenagem a ele:
Eu queria que o Tiago contasse sobre o aniversário, mas já notamos que ele é bem preguiçoso pra blogs. Povo amado, o que aconteceu foi o seguinte: meu maridão saiu da faixa dos 20 esta semana. Agora ele deve se transformar imediatamente em um homem responsável. Aos que esqueceram da data querida, só posso dizer que ele ficou muito sentido e que vocês podem se redimir fazendo depósitos em nossa conta bancária. Acho que isso o fará feliz.
A comemoração foi num italiano no Village, chamado Lupa. Já queríamos ir no Lupa antes de chegarmos aqui. Decidimos que o jantar especial seria no dia dos namorados, mas não conseguimos reserva. Finalmente o Tiago conseguiu reservar. Pensei eu: é segunda-feira, estará vazio. Ledo engano, ladies and gentleman. Estava lotado o restaurante. E o jantar foi ó-te-mo. (E era aqui, como falei dois post abaixo, que temia que o blog virasse um blog gastronômico).
Mas não tenho como evitar, terei que descrever a experiência:
Pedimos taças de prosecco - e vieram praticamente baldes de prosecco. Obaaa! Pedimos presunto cru, e o moço do balcão fatiou na hora. Maravilhoso. Tomamos um vinho italiano fantástico. Não lembro o nome, foi o aniversariante que escolheu - eu só bebi, sem reclamar. Os pratos: pedi um gnocchi (ou nhoque) de ricota com uma linguiça apimentada, que estava ótimo. Mas o prato do Tiago é que era sensacional: um ombro de porco (sorry, Biga) com molho balsâmico. Depois comemos pecorino (uma porção meio minúscula demais pro nosso gosto) e pedimos a sobremesa italiana preferida: Biscotti e Vino Dolce. Eu fingi que ia no banheiro e pedi pro garçom botar uma velinha na sobremesa (na foto aí de cima, o Tiago envergonhado por eu estar tirando fotos no restaurante).
Na volta pra casa, tomamos uma dose de Zubrowka pra encerrar a comemoração.
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